Um fato é que a cultura pop permeia praticamente todos os ambientes da nossa sociedade, a tecnologia e o avanço das redes sociais tem um papel extremamente importante nisso, pois foi um dos principais fatores dessa expansão. Se olharmos para o mundo 20 anos atrás, com internet discada e a televisão com uma qualidade de imagem terrível, a não ser que você vivesse em uma cidade grande e buscasse por esses conteúdos, era difícil estar num contato direto com a cultura pop. Mas o que era o pop da época? Michael Jackson? Whitney Houston? Star Wars?

A cultura pop em si é como uma indústria que se apropria de um elemento, seja ele um livro, um filme, um cantor, uma banda, e o distribui massivamente através de diferentes formas a fim de gerar lucro. “Grease: Nos tempos da brilhantina” de 1978 foi (e é) um fenômeno pop, Madonna é até hoje considerada a rainha do pop, o que quero dizer é que antigamente, apesar de mais díficil de conviver com a cultura pop em contrapartida era muito fácil pontuar o que era o pop e distinguir aquilo do seu dia a dia, era muito mais fácil ser “anti-pop”, julgar o conteúdo como superficial, raso e se opor.
Hoje em dia, o pop é basicamente tudo.
Pop é música que toca no rádio (independente do gênero!), é a camiseta que você compra na loja de departamento, é o aplicativo que está no seu celular, basicamente tudo que você consome hoje em dia é fruto dessa distribuição massiva que está implorando pela sua atenção e para que você continue fiel àquela marca. E é por isso que é tão importante discutir e analisar a cultura pop, porque ela nos influencia, ela faz parte de como vemos o mundo e como somos vistos por ele, dissecar o pop não é só uma forma compreender a sociedade mas a nós mesmos, é entender o que está por trás do que gostamos e por que aquilos afeta.
Então te faço um convite, vamos pensar o pop?


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